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Governo propõe uso de “linguagem neutra” no Plano de Cultura

Governo propõe uso de “linguagem neutra” no Plano de Cultura
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O Ministério da Cultura divulgou uma lista com 30 propostas voltadas para integrar o futuro Plano Nacional de Cultura. Sob a liderança da ministra Margareth Menezes, o ministério está promovendo a implementação de um programa que inclui o uso da linguagem neutra por estudantes, educadores e gestores.

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Essas propostas incluem mudanças em termos como “todos” e “todas”, que seriam substituídos por “todes”, e “menino” e “menina”, que seriam trocados por “menine”. O documento com as 30 propostas prioritárias, aprovadas durante a 4ª Conferência Nacional de Cultura, foi dividido em eixos temáticos, sendo a “linguagem neutra” parte do eixo 4, voltado para diversidade cultural e questões de gênero, raça e acessibilidade na política cultural.

Após o envio do projeto para a Câmara dos Deputados, a proposta será analisada pela Comissão de Educação, presidida por Nikolas Ferreira. No entanto, devido à maioria conservadora na comissão, é improvável que o projeto avance no Congresso.

O novo Plano Nacional de Cultura propõe que os programas de formação de professores sejam financiados pelos contribuintes. A proposta destina uma parcela do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas para um fundo que visa promover a diversidade de linguagens, segmentos e expressões, bem como a participação acessível, inclusiva e universal.

Essa iniciativa visa impulsionar a diversidade cultural e a acessibilidade na cultura, refletindo as demandas da sociedade contemporânea por igualdade e inclusão. Por outro lado, a resistência conservadora no Congresso pode representar um obstáculo para a aprovação do plano e a implementação das propostas apresentadas. A discussão sobre linguagem neutra e inclusão é crucial para refletir sobre as transformações culturais e sociais em curso.

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